Editorial StarLink News N4
 
Elas no comando: mulheres conquistam espaço no
mundo da TI




Para crescer e aumentar a sua base de clientes no ano de 2009, a StarLink dedica atenção especial às estratégias de marketing. Através de uma abordagem proativa e diferenciada de vendas e comunicação, a StarLink quer mostrar sua marca ao mercado e a seus clientes.

Em seus 9 anos de atividade, o marketing da StarLink sempre esteve baseado em um atendimento diferenciado e personalizado, com soluções que focam o aumento da produtividade, a simplificação do ambiente de TI e a redução de custos de cada um de seus clientes.

Para desenvolver e incrementar as estratégias de comunicação, a StarLink reformulou sua equipe com novas contratações e conta com mais uma colaboradora. Juliana Gregorini deixa a TV Record para se dedicar exclusivamente à StarLink, com a missão de desenvolver e coordenar as ações de marketing, além de projetar o nome da empresa na mídia e no mercado.

A jornalista tem experiência de 7 anos em veículos de comunicação como RedeTV!, SBT, e Record atuando na área de desenvolvimento de pautas e criação de textos, além de atuar na prestação de serviços para empresas, desenvolvendo ferramentas de comunicação. Juliana é graduada em Comunicação Social pela FAAP e pela Anhembi-Morumbi, com habilitações em Radialismo e Televisão e Jornalismo, com pós-graduação em Administração de Marketing na FAAP.

Nesta edição do StarLink News você vai conhecer mulheres que estão fazendo a diferença no mercado de tecnologia e saber um pouco mais sobre as parcerias da empresa e sobre a atuação da StarLink em seus clientes.

Aproveite a leitura!

Paulo Montez Jr. - Diretor

GRSA investe em solução de alta disponibilidade
Parceira StarLink, NetApp é eleita a melhor dos EUA
para se trabalhar


 

As mulheres ainda ocupam apenas 16,4% dos postos de trabalho na área de Tecnologia da Informação, mas fazem muita diferença quando estão no comando da TI de grandes empresas.

Que a participação da mulher no mercado de trabalho é cada vez maior é impossível negar, mas no mundo da Tecnologia elas ainda são minoria. Segundo dados de pesquisa realizada pela Catho Online, a presença feminina nessa área se resume a 16,4% aqui no Brasil.

Mesmo em um mercado tão restrito ao universo feminino, algumas mulheres se destacam e ocupam posições de comando na TI. Estudam mais do que os homens e chegam preparadas para unir a sensibilidade
à competência e fazer toda a diferença em posições de gestão.

O StarLink News conversou com algumas dessas mulheres especiais que estão mudando a cara desse mercado e mostrando que também existe espaço para a força de trabalho feminina na TI.

Personalidade, inteligência e muita perspicácia.

Cibele Andréa Tessari entrou no mercado de TI com apenas 18 anos. Fascinada pela tecnologia, ela fez de tudo um pouco: foi programadora, analista, DBA, gerente de projetos... Sempre pensando lá na frente: “Um dia eu quero ser gerente e cuidar de TI. Mas antes eu preciso passar por todas as áreas até que, ao chegar lá, tenha um embasamento para tomar a melhor decisão”. E mesmo toda a experiência adquirida com o trabalho não fez com que Cibele deixasse os estudos de lado. Graduou-se em Matemática, depois fez cinco cursos de pós-graduação, um mestrado e agora está cursando um MBA em Negócios, além de falar inglês e espanhol, e ainda aprender alemão e francês.

Tanto esforço levou Cibele a uma posição de destaque: hoje ela é CIO da Construtora Andrade Gutierrez. No cargo há dois anos e meio, a profissional já acumula quatro prêmios: é bicampeã do “Executivo de TI do Ano”, da revista Information Week e levou a Andrade Gutierrez por duas vezes ao primeiro lugar no ranking das 100 + Inovadoras da TI na categoria “Indústria: construção e material de construção”. Na opinião de Cibele, os prêmios são apenas conseqüência de muito trabalho e preparação: “Desde os 17, 18 anos eu estudei muito e nunca pensei nos prêmios, mas em fazer um bom trabalho. Nem imaginava que ia ganhar!”. A CIO revela que, diferentemente de outros profissionais que chegam a altos cargos no setor de TI, não pensa em migrar para a área de Negócios.

Por ser mulher em um mercado tão masculino como o de TI, Cibele assume que precisou vencer algumas barreiras para alcançar o reconhecimento: “Já passei por situações em que era difícil me posicionar por acharemas mulheres muito sentimentais. E longe de mim o trabalho ser puramente sentimental!”. Cibele tem certeza de que a mulher é mais Sensível, porém acredita que isso faz a diferença nas relações de trabalho.

Para provar que poderia encarar qualquer desafio, logo que começou a
trabalhar na Andrade Gutierrez, a executiva enfrentou uma verdadeira prova de fogo: Foi para a obra do gasoduto Coari-Manaus, no Amazonas.

Lá, Cibele precisou pegar um avião pequeno, de 16 lugares, para ter acesso ao local das obras: “Na ida foi tudo bem, mas na volta eu perguntei se tinha tempestade. Disseram que não. De repente eu vi aquele negócio na minha frente! O avião chacoalhava e parecia que ia cair!”.
Quando pisou em terra firme, ela fez o que qualquer mulher faria depois de um susto desses: Correu para o Shopping para fazer umas comprinhas recompensadoras. Mas, para Cibele, a viagem serviu para quebrar uma barreira, já que ela foi a primeira profissional de TI mulher a visitar essa obra.

Para as mulheres que pensam em seguir um caminho como o seu, Cibele dá uma dica: “Eu não abro mão do estudo. Esse é um dos caminhos que dá mais força. É preciso fazer o certo, pensar na equipe, nos pares e respeitar a cultura da empresa, sem puxar o tapete de ninguém. O profissionalismo, o estudo, a equipe, o envolvimento na cultura e o foco no negócio da empresa são primordiais”.

Quando delicadeza e força andam juntas...

Margareth Ortiz de Camargo, ou Maggie, como se apresenta no crachá e é chamada pelos colegas, nos recebe com um sorriso que denota delicadeza e um bom humor constante. Boa parte do segredo para comandar uma equipe de 70 pessoas está nessa serenidade. Ela é Superintendente de TI no Hospital Sírio-Libanês há 3 anos e a dedicação que tem pelo trabalho já resultou em dois prêmios: O “CIO do Ano” da revista Info, em 2008, e o “Executivo de TI do Ano” da Information Week na categoria “Serviços: Saúde”.

Maggie nasceu, cresceu e trabalhou em Campinas durante a maior parte dos seus 50 anos. Graduada em Matemática, começou na área de Tecnologia com apenas 17 anos, após fazer um curso técnico na Unicamp. Foi direto para a Equipamentos Clark que hoje pertence à Eaton, e ficou lá por 10 anos. Foi contatada pelo Professor Freitas, de quem se lembra com muito carinho e que, naquela época, fez questão de ter uma mulher na TI da empresa. Nesse começo de carreira, Maggie já teve que quebrar muitas barreiras: “Naquela época, a mulher não podia nem usar calça comprida no trabalho”. O primeiro round da luta
foi usar calças. Depois, Margareth ousou mais uma vez e resolveu se casar. Não enviou convites e fez um casamento discreto: “A mulher que se casava era dispensada da empresa automaticamente”. Ela permaneceu na empresa e conseguiu conquistar seu espaço, buscando sempre vencer pela competência e pelo profissionalismo.

Depois de ser mãe, Margareth resolveu desacelerar o ritmo, que já estava intenso no trabalho na Clark, e foi para o Centro de Tecnologia da Unicamp. Lá ela poderia conciliar o trabalho e a educação dos dois filhos. E mesmo assim não foi fácil: Maggie se separou quando estava grávida do segundo filho e precisou ser pai e mãe ao mesmo tempo. Foi também nesse momento que a executiva começou a trabalhar na área da Saúde. Teve a chance de atuar na área de administração de dados no Hospital das Clínicas da Unicamp. Margareth viveu anos felizes em Campinas, criou os filhos com tranqüilidade. Quando os meninos já estavam crescidos e independentes, a profissão falou mais alto. Dessa vez, o desafio foi mudar-se para São Paulo para atuar no Hospital das Clínicas da USP.

Quanto ao machismo na profissão, Margareth acha que ainda é preciso quebrar barreiras. Quando trabalhava na Clark, percebia a diferença: “Era uma metalúrgica e tudo girava em torno do homem”. Quando passou a atuar na área da Saúde, tudo mudou: “Na Saúde essa questão do machismo é minimizada. É uma área mais sensível”. Para Maggie, a mulher vem ganhando espaço porque mostra habilidade para a área de negócios e tem foco no cliente. Hoje, mais de 50% da equipe que trabalha na TI do Sírio-Libanês é composta por mulheres: “Muitas vezes damos preferência para as meninas, principalmente quando é preciso dar atendimento aos médicos e enfermeiras”, explica Margareth.

Independente e ativa, Margareth gosta de superar os próprios limites não só no trabalho: É apaixonada por motos e quando tirou a carta, aos 18 anos, era parada várias vezes ao dia pelos policiais em Campinas. Agora, Maggie precisa superar mais um limite: vencer um câncer. Garra para isso ela tem de sobra: “Sou assistida aqui no Sírio-Libanês mesmo, uma instituição maravilhosa. Faço quimioterapia às sextas-feiras e na segunda de manhã já estou aqui trabalhando”. Ninguém por lá imagina de onde vem tanta força.

Quando o assunto é relacionamento, a opinião de Maggie é categórica: os homens têm medo de mulheres como ela. Até hoje, ela não se casou novamente: “Não tive a felicidade de encontrar alguém que compreendesse a independência e o sucesso profissional”.

Para as mulheres que pensam em chegar ao topo, como ela chegou, a executiva diz: “Não se deve usar do charme ou da beleza para conquistar alguma coisa. O melhor é trabalhar de forma honesta, buscando a competência”. E tem mais um conselho importante: “Antes de chegar a um cargo de gerência, vivam a experiência maravilhosa que é ser mulher e ser mãe. Nem todas conseguem, mas acho que dá tempo de fazer tudo”.

TI sem estresse...

Mineira, 35 anos, bonita e independente. Elaine Cristina Ferreira é um exemplo típico de mulher moderna. Mudou-se para São Paulo aos 20 anos porque “queria conquistar um pedacinho dessa metrópole”. Durante a adolescência no interior de Minas, Elaine ouvia falar muito sobre Tecnologia e começou a cultivar um sonho: “Um dia, eu quero trabalhar em um banco, na Avenida Paulista”. Não demorou muito. Hoje, Elaine é Gerente de Infraestrutura e Projetos no Banco PanAmericano, que tem sede em plena Avenida Paulista.

Mas até chegar onde queria, Elaine viveu muitas experiências. Com formação em Análise de Sistemas, ela logo recebeu uma proposta para começar a carreira na Petrobras e teve grandes oportunidades para aprender e ensinar. Já naquela época, ela percebia que trabalhar na área gerencial seria um caminho: “Além da tecnologia, eu gostava muito do contato pessoal”. No mercado há 14 anos, ela nunca enfrentou preconceitos por entrar em um mercado masculino: “Sempre encontrei pessoas que me deram oportunidades e confiaram no meu potencial”.

A profissional parece ser diferente dos profissionais da área de tecnologia: Consegue manter sempre um nível interior muito baixo de estresse apesar da pressão em seu dia-a-dia: “Tenho um massoterapeuta, caminho com a minha cachorra e leio coisas que me tragam algum ensinamento para minha evolução pessoal e espiritual”. Para Elaine, o estresse faz com que a tomada de decisões fique muito
prejudicada.

Sozinha em São Paulo, ela faz questão de ter um contato próximo com a família. Liga sempre para a mãe, em Minas, e procura visitar os pais sempre que pode. No dia-a-dia, dedica o tempo livre à sua cachorrinha Java, de quem sempre fala com muito carinho.

Elaine pretende continuar sempre apostando no estudo, no trabalho e em manter-se atualizada. A dica para outras mulheres? Gostar do que
faz e acreditar no próprio potencial.

 
 

 
 
Solução implementada pela StarLink e pela NetApp reduziu o tempo de downtime a praticamente zero e trouxe facilidade e simplicidade na administração.

A GRSA é o maior Grupo de Soluções em Alimentação do Brasil e oferece soluções de alimentação para empresas, hospitais, escolas, aeroportos, terminais rodoviários e locais distantes dos centros urbanos. Com cerca de 1500 unidades operacionais, a GRSA precisava de uma solução de alta qualidade e sem interrupção para atender seus clientes internos.

Por isso, a GR passou a pesquisar, desde 2005, soluções de alta disponibilidade que atendessem às operações da empresa, envolvendo desde o planejamento das filiais até os cardápios dos restaurantes. Jalmor Müller Junior, Gerente de TI da GRSA, conta que até 2005, a empresa possuía servidores stand alone, que ficavam indisponíveis toda vez que uma expansão era necessária: “Utilizávamos uma solução Oracle com capacidade limitada e havia a necessidade de uma solução facilmente expansível e performática”.

Durante o trabalho de benchmarking, Jalmor e a equipe de TI da GRSA constataram que a NetApp oferecia uma solução de alta performance e fácil gerenciamento, baseada em NFS. Assim, iniciou-se um trabalho de certificação, sendo que a NetApp foi o único fornecedor que apresentou este tipo de solução certificada pela Oracle: “optamos pela solução NFS devido à facilidade de administração, simplicidade de implementação do Oracle RAC (comparada com a solução SAN) e alta performance”, detalha Jalmor. A melhor opção foi adquirir o NetApp FAS3020, que ofereceu a facilidade de aumentar e diminuir volumes de forma simples e rápida, tudo em ambientes virtualizados com VMWare, com sistema operacional Linux.

Quando o assunto é disponibilidade, a diferença em relação ao ambiente antigo da GR é extremamente significativa: “antes tínhamos indisponibilidade para troca de servidor, para adicionar discos. Hoje, todo esse trabalho é feito online e o tempo de downtime chegou a um nível próximo de zero”, explica Jalmor.

Desde 2005, quando foi implementada, a solução NetApp já passou por um upgrade. No final de 2008, a GRSA investiu na evolução para o NetApp FAS3170, modernizando o parque tecnológico e aumentando ainda mais a performance e a disponibilidade do ambiente. Segundo Jalmor, a migração tem sido simples, sem impacto perceptível para usuário e com um downtime próximo de zero. A intenção agora é passar outros sistemas, como, por exemplo, o de Recursos Humanos para a solução NetApp.

Por um custo semelhante a outras soluções do mercado, A GR encontrou na solução NetApp diferenciais que trouxeram muito mais simplicidade na administração. Jalmor ressalta o nível de confiança que a GR deposita na solução e na StarLink: “Nós da GR e a StarLink temos uma parceria que é motivante. Temos uma segurança muito grande ao utilizar a solução NetApp e poder contar com os técnicos e com o atendimento da StarLink”.


A empresa é parceira da StarLink há 6 anos e o clima vivido pelos funcionários se reflete nas parcerias que a NetApp possui no Brasil e no mundo.


A NetApp, empresa californiana que mantém parceria com a StarLink desde 2003, foi reconhecida como a melhor empresa para se trabalhar nos Estados Unidos de acordo com o ranking “100 Best Companies to Work”, da revista Fortune, tomando o lugar do Google.

O StarLink News conversou com Marcos Café, country manager da NetApp no Brasil. O executivo falou sobre a política da empresa no Brasil e como a motivação percebida pelos funcionários permeia também as parcerias da NetApp.

SLN: Como o fato de a NetApp ser eleita a melhor empresa para se trabalhar nos EUA está presente nas operações da empresa no Brasil?

Marcos Café: O nível de motivação encontrado nos Estados Unidos se reflete aqui no Brasil. Nós temos um grupo altamente motivado e eu tenho certeza que isso contagia nossos canais e nossos clientes. Logicamente, funcionário satisfeito gera resultados e isso tem trazido crescimento freqüente ano após ano.

SLN: Quais as metas da NetApp para o próximo período?

Marcos Café: Estamos elaborando um plano, mas ainda está muito difícil estabelecer cenários de câmbio, de economia ou dos clientes. O que eu diria é que nós vamos crescer. Isso é fato.


SLN: E em que soluções a NetApp aposta para concretizar esse plano de crescimento?

Marcos Café: Nesse momento de crise, focamos em soluções que possam trazer economia de espaço e energia ou maior flexibilidade. Precisamos ser específicos na hora de levar uma proposta para o cliente, sempre temos que pensar em uma justificativa, de redução de custos principalmente. A virtualização é uma solução que oferece esse tipo de benefício. A NetApp está com uma campanha em que nosso compromisso é que o cliente economize 50% de espaço em disco, isso já é uma garantia de que o cliente vai ter economia. Temos também algumas outras soluções específicas ligadas a Messaging & Colaboration, aplicações Oracle e SAP.

SLN: Para a NetApp, qual a importância da parceria com a StarLink?

Marcos Café: O que me chamou a atenção na NetApp, especialmente no caso da StarLink, foi o nível de fidelização dos nossos clientes. E isso acontece por duas coisas, primeiro pela qualidade do nosso produto e segundo pela qualidade do parceiro, que é realmente um braço da NetApp nos nossos clientes. Nós esperamos que a StarLink cresça também, participe do nosso plano de crescimento e continue a trazer novos clientes.


 





 





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