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Editorial
StarLink News N4 |
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| Elas
no comando: mulheres conquistam espaço no mundo da TI |
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Em seus 9 anos de atividade, o marketing da StarLink sempre esteve baseado em um atendimento diferenciado e personalizado, com soluções que focam o aumento da produtividade, a simplificação do ambiente de TI e a redução de custos de cada um de seus clientes. Para desenvolver e incrementar as estratégias de comunicação,
a StarLink reformulou sua equipe com novas contratações
e conta com mais uma colaboradora. Juliana Gregorini deixa a TV Record
para se dedicar exclusivamente à StarLink, com a missão
de desenvolver e coordenar as ações de marketing, além
de projetar o nome da empresa na mídia e no mercado. Nesta edição do StarLink News você vai conhecer mulheres que estão fazendo a diferença no mercado de tecnologia e saber um pouco mais sobre as parcerias da empresa e sobre a atuação da StarLink em seus clientes. Aproveite a leitura! |
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| GRSA investe em solução de alta disponibilidade | |||||||||
| Parceira
StarLink, NetApp é eleita a melhor dos EUA para se trabalhar |
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![]() Que a participação da mulher no mercado de trabalho é cada vez maior é impossível negar, mas no mundo da Tecnologia elas ainda são minoria. Segundo dados de pesquisa realizada pela Catho Online, a presença feminina nessa área se resume a 16,4% aqui no Brasil. Mesmo em um mercado tão restrito ao universo feminino, algumas
mulheres se destacam e ocupam posições de comando
na TI. Estudam mais do que os homens e chegam preparadas para unir
a sensibilidade O StarLink News conversou com algumas dessas mulheres especiais que estão mudando a cara desse mercado e mostrando que também existe espaço para a força de trabalho feminina na TI. Personalidade, inteligência e muita perspicácia. Cibele Andréa Tessari entrou no mercado de TI com apenas 18 anos. Fascinada pela tecnologia, ela fez de tudo um pouco: foi programadora, analista, DBA, gerente de projetos... Sempre pensando lá na frente: “Um dia eu quero ser gerente e cuidar de TI. Mas antes eu preciso passar por todas as áreas até que, ao chegar lá, tenha um embasamento para tomar a melhor decisão”. E mesmo toda a experiência adquirida com o trabalho não fez com que Cibele deixasse os estudos de lado. Graduou-se em Matemática, depois fez cinco cursos de pós-graduação, um mestrado e agora está cursando um MBA em Negócios, além de falar inglês e espanhol, e ainda aprender alemão e francês. Tanto esforço levou Cibele a uma posição de
destaque: hoje ela é CIO da Construtora Andrade Gutierrez.
No cargo há dois anos e meio, a profissional já acumula
quatro prêmios: é bicampeã do “Executivo
de TI do Ano”, da revista Information Week e levou a Andrade
Gutierrez por duas vezes ao primeiro lugar no ranking das 100 +
Inovadoras da TI na categoria “Indústria: construção
e material de construção”. Na opinião
de Cibele, os prêmios são apenas conseqüência
de muito trabalho e preparação: “Desde os 17,
18 anos eu estudei muito e nunca pensei nos prêmios, mas em
fazer um bom trabalho. Nem imaginava que ia ganhar!”. A CIO
revela que, diferentemente de outros profissionais que chegam a
altos cargos no setor de TI, não pensa em migrar para a área
de Negócios. Lá, Cibele precisou pegar um avião pequeno, de 16
lugares, para ter acesso ao local das obras: “Na ida foi tudo
bem, mas na volta eu perguntei se tinha tempestade. Disseram que
não. De repente eu vi aquele negócio na minha frente!
O avião chacoalhava e parecia que ia cair!”. Para as mulheres que pensam em seguir um caminho como o seu, Cibele
dá uma dica: “Eu não abro mão do estudo.
Esse é um dos caminhos que dá mais força. É
preciso fazer o certo, pensar na equipe, nos pares e respeitar a
cultura da empresa, sem puxar o tapete de ninguém. O profissionalismo,
o estudo, a equipe, o envolvimento na cultura e o foco no negócio
da empresa são primordiais”. Margareth Ortiz de Camargo, ou Maggie, como se apresenta no crachá
e é chamada pelos colegas, nos recebe com um sorriso que
denota delicadeza e um bom humor constante. Boa parte do segredo
para comandar uma equipe de 70 pessoas está nessa serenidade.
Ela é Superintendente de TI no Hospital Sírio-Libanês
há 3 anos e a dedicação que tem pelo trabalho
já resultou em dois prêmios: O “CIO do Ano”
da revista Info, em 2008, e o “Executivo de TI do Ano”
da Information Week na categoria “Serviços: Saúde”. Depois de ser mãe, Margareth resolveu desacelerar o ritmo, que já estava intenso no trabalho na Clark, e foi para o Centro de Tecnologia da Unicamp. Lá ela poderia conciliar o trabalho e a educação dos dois filhos. E mesmo assim não foi fácil: Maggie se separou quando estava grávida do segundo filho e precisou ser pai e mãe ao mesmo tempo. Foi também nesse momento que a executiva começou a trabalhar na área da Saúde. Teve a chance de atuar na área de administração de dados no Hospital das Clínicas da Unicamp. Margareth viveu anos felizes em Campinas, criou os filhos com tranqüilidade. Quando os meninos já estavam crescidos e independentes, a profissão falou mais alto. Dessa vez, o desafio foi mudar-se para São Paulo para atuar no Hospital das Clínicas da USP. Quanto ao machismo na profissão, Margareth acha que ainda
é preciso quebrar barreiras. Quando trabalhava na Clark,
percebia a diferença: “Era uma metalúrgica e
tudo girava em torno do homem”. Quando passou a atuar na área
da Saúde, tudo mudou: “Na Saúde essa questão
do machismo é minimizada. É uma área mais sensível”.
Para Maggie, a mulher vem ganhando espaço porque mostra habilidade
para a área de negócios e tem foco no cliente. Hoje,
mais de 50% da equipe que trabalha na TI do Sírio-Libanês
é composta por mulheres: “Muitas vezes damos preferência
para as meninas, principalmente quando é preciso dar atendimento
aos médicos e enfermeiras”, explica Margareth. Quando o assunto é relacionamento, a opinião de Maggie é categórica: os homens têm medo de mulheres como ela. Até hoje, ela não se casou novamente: “Não tive a felicidade de encontrar alguém que compreendesse a independência e o sucesso profissional”. Para as mulheres que pensam em chegar ao topo, como ela chegou,
a executiva diz: “Não se deve usar do charme ou da
beleza para conquistar alguma coisa. O melhor é trabalhar
de forma honesta, buscando a competência”. E tem mais
um conselho importante: “Antes de chegar a um cargo de gerência,
vivam a experiência maravilhosa que é ser mulher e
ser mãe. Nem todas conseguem, mas acho que dá tempo
de fazer tudo”. Mineira, 35 anos, bonita e independente. Elaine Cristina Ferreira é um exemplo típico de mulher moderna. Mudou-se para São Paulo aos 20 anos porque “queria conquistar um pedacinho dessa metrópole”. Durante a adolescência no interior de Minas, Elaine ouvia falar muito sobre Tecnologia e começou a cultivar um sonho: “Um dia, eu quero trabalhar em um banco, na Avenida Paulista”. Não demorou muito. Hoje, Elaine é Gerente de Infraestrutura e Projetos no Banco PanAmericano, que tem sede em plena Avenida Paulista. Mas até chegar onde queria, Elaine viveu muitas experiências. Com formação em Análise de Sistemas, ela logo recebeu uma proposta para começar a carreira na Petrobras e teve grandes oportunidades para aprender e ensinar. Já naquela época, ela percebia que trabalhar na área gerencial seria um caminho: “Além da tecnologia, eu gostava muito do contato pessoal”. No mercado há 14 anos, ela nunca enfrentou preconceitos por entrar em um mercado masculino: “Sempre encontrei pessoas que me deram oportunidades e confiaram no meu potencial”. A profissional parece ser diferente dos profissionais da área
de tecnologia: Consegue manter sempre um nível interior muito
baixo de estresse apesar da pressão em seu dia-a-dia: “Tenho
um massoterapeuta, caminho com a minha cachorra e leio coisas que
me tragam algum ensinamento para minha evolução pessoal
e espiritual”. Para Elaine, o estresse faz com que a tomada
de decisões fique muito Sozinha em São Paulo, ela faz questão de ter um contato
próximo com a família. Liga sempre para a mãe,
em Minas, e procura visitar os pais sempre que pode. No dia-a-dia,
dedica o tempo livre à sua cachorrinha Java, de quem sempre
fala com muito carinho. |
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Solução
implementada pela StarLink e pela NetApp reduziu o tempo de downtime a
praticamente zero e trouxe facilidade e simplicidade na administração. A GRSA é o maior Grupo de Soluções em Alimentação do Brasil e oferece soluções de alimentação para empresas, hospitais, escolas, aeroportos, terminais rodoviários e locais distantes dos centros urbanos. Com cerca de 1500 unidades operacionais, a GRSA precisava de uma solução de alta qualidade e sem interrupção para atender seus clientes internos. Por isso, a GR passou a pesquisar, desde 2005, soluções de alta disponibilidade que atendessem às operações da empresa, envolvendo desde o planejamento das filiais até os cardápios dos restaurantes. Jalmor Müller Junior, Gerente de TI da GRSA, conta que até 2005, a empresa possuía servidores stand alone, que ficavam indisponíveis toda vez que uma expansão era necessária: “Utilizávamos uma solução Oracle com capacidade limitada e havia a necessidade de uma solução facilmente expansível e performática”. Durante o trabalho de benchmarking, Jalmor e a equipe de TI da GRSA constataram que a NetApp oferecia uma solução de alta performance e fácil gerenciamento, baseada em NFS. Assim, iniciou-se um trabalho de certificação, sendo que a NetApp foi o único fornecedor que apresentou este tipo de solução certificada pela Oracle: “optamos pela solução NFS devido à facilidade de administração, simplicidade de implementação do Oracle RAC (comparada com a solução SAN) e alta performance”, detalha Jalmor. A melhor opção foi adquirir o NetApp FAS3020, que ofereceu a facilidade de aumentar e diminuir volumes de forma simples e rápida, tudo em ambientes virtualizados com VMWare, com sistema operacional Linux. Quando o assunto é disponibilidade, a diferença em relação ao ambiente antigo da GR é extremamente significativa: “antes tínhamos indisponibilidade para troca de servidor, para adicionar discos. Hoje, todo esse trabalho é feito online e o tempo de downtime chegou a um nível próximo de zero”, explica Jalmor. Desde 2005, quando foi implementada, a solução NetApp já passou por um upgrade. No final de 2008, a GRSA investiu na evolução para o NetApp FAS3170, modernizando o parque tecnológico e aumentando ainda mais a performance e a disponibilidade do ambiente. Segundo Jalmor, a migração tem sido simples, sem impacto perceptível para usuário e com um downtime próximo de zero. A intenção agora é passar outros sistemas, como, por exemplo, o de Recursos Humanos para a solução NetApp. Por um custo semelhante a outras soluções do mercado,
A GR encontrou na solução NetApp diferenciais que trouxeram
muito mais simplicidade na administração. Jalmor ressalta
o nível de confiança que a GR deposita na solução
e na StarLink: “Nós da GR e a StarLink temos uma parceria
que é motivante. Temos uma segurança muito grande ao utilizar
a solução NetApp e poder contar com os técnicos
e com o atendimento da StarLink”. SLN: Como o fato de a NetApp ser eleita a melhor empresa para se trabalhar nos EUA está presente nas operações da empresa no Brasil? Marcos Café: O nível de motivação encontrado nos Estados Unidos se reflete aqui no Brasil. Nós temos um grupo altamente motivado e eu tenho certeza que isso contagia nossos canais e nossos clientes. Logicamente, funcionário satisfeito gera resultados e isso tem trazido crescimento freqüente ano após ano. SLN: Quais as metas da NetApp para o próximo período? Marcos Café: Estamos elaborando um plano, mas
ainda está muito difícil estabelecer cenários de
câmbio, de economia ou dos clientes. O que eu diria é que
nós vamos crescer. Isso é fato. Marcos Café: Nesse momento de crise, focamos em soluções que possam trazer economia de espaço e energia ou maior flexibilidade. Precisamos ser específicos na hora de levar uma proposta para o cliente, sempre temos que pensar em uma justificativa, de redução de custos principalmente. A virtualização é uma solução que oferece esse tipo de benefício. A NetApp está com uma campanha em que nosso compromisso é que o cliente economize 50% de espaço em disco, isso já é uma garantia de que o cliente vai ter economia. Temos também algumas outras soluções específicas ligadas a Messaging & Colaboration, aplicações Oracle e SAP. SLN: Para a NetApp, qual a importância da parceria com a StarLink? Marcos Café: O que me chamou a atenção na NetApp, especialmente no caso da StarLink, foi o nível de fidelização dos nossos clientes. E isso acontece por duas coisas, primeiro pela qualidade do nosso produto e segundo pela qualidade do parceiro, que é realmente um braço da NetApp nos nossos clientes. Nós esperamos que a StarLink cresça também, participe do nosso plano de crescimento e continue a trazer novos clientes.
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