Editorial StarLink News N5

Um hobby pra chamar de seu: O que os CIOs fazem
bem longe do trabalho


Yavox conta com a confiabilidade Sun para trabalhar
com entrega de mensagens e alertas para telefonia celular


Recuperação de desastres: por que recuperar
dados em menos de 3 minutos pode ser um
excelente negócio

 

A vida no mundo dos negócios parou durante quase um ano. Foi um período de desconfiança, em que todo o mercado deixou as barbas de molho, só aguardando a sequência de acontecimentos. Mas agora, a crise finalmente acabou, segundo estudos de economistas dos maiores bancos privados do Brasil, o Itaú e o Bradesco.

Mas enquanto o mundo esperava, a StarLink procurava as oportunidades para encontrar uma luz no meio de uma crise tão complicada e assustadora. Aproveitamos o tempo, que para muita gente foi perdido, para nos reciclarmos, estudar e encontrar caminhos para oferecer soluções cada vez eficientes e mais adequadas às necessidades dos nossos clientes.

Aprimoramos nossos conhecimentos nas soluções que já fornecíamos e estamos firmando novas parcerias como VMware para Virtualização e Double-Take para Recuperação de Desastres, Alta Disponibilidade e Bakcup Centralizado. Além disso, procuramos estar sempre perto dos nossos clientes e de suas necessidades, mesmo no momento de crise.

Esse mês, mais uma vez damos espaço a quem realmente faz o mundo da TI. Entrevistamos os Diretores de Tecnologia das empresas para descobrir o que eles fazem quando não estão trabalhando e como usam os hobbies para aliviar o estresse. A matéria ficou curiosa e é uma lição para quem ainda acha pensar em trabalho 24 horas por dia é garantia de sucesso.

Boa leitura!
Paulo Montez Jr. - Diretor Geral

 

Executivos de TI curtem hobbies muito diferentes e levam uma vida muito mais leve e divertida.

É quase uma premissa: todo executivo de sucesso precisa ter um hobby, uma atividade prazerosa que passe bem longe da correria e do estresse do trabalho. O professor Jaime Jimenez, que dá aulas de gestão de talentos, negociação e habilidades gerencias na FAAP, FGV e FIA e ainda presta consultoria para empresas pela Sher Marketing, explica que os hobbies só trazem benefícios à vida profissional dos executivos: “de cara você já tem a disciplina e a organização necessárias para administrar um hobby”. Ainda de acordo com Jaime, o profissional que tem uma atividade já se diferencia dos outros na questão da imagem e ainda acaba tendo a oportunidade de exercitar vivências: “Quando você tem um hobby, você pode se sentir mais seguro na hora de tomar uma decisão”.

Uma atividade que não esteja diretamente relacionada com o trabalho pode ajudar também em outros aspectos, principalmente quando se fala de relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho: “O praticante de um hobby acaba se mostrando como uma pessoa diferenciada perante o grupo e ainda trabalha a humildade e a resiliência”, detalha Jaime. Na hora de se posicionar ou mesmo encontrar uma vaga no mercado de trabalho, esse tipo de atividade também faz toda a diferença: “Além de tudo isso, o hobby abre portas para que o executivo faça networking e acabe conhecendo pessoas novas”, conclui o professor Jaime Jimenez.

Alguns executivos de TI são a prova de que estar ligado em uma atividade diferente pode tornar a vida mais feliz e mais tranquila, anda mais em uma área estressante como a de tecnologia. O StarLink News conversou com três desses executivos que adoram aprender e têm muito a ensinar.


A brincadeira de adolescente que virou hobby de adulto

Quem é que nunca curtiu um fliperama na adolescência? Quem tem entre 35 e 40 anos deve saber muito bem do que estamos falando. Carlos Fucci tem 39 anos e é o Gerente de Tecnologia do Dresdner Bank. Ele acabou resgatando a diversão de época de garoto e transformando-a em um hobby: “Minha paixão é o pinball. Na minha época não tinha videogame, então nós vivemos esse momento da discoteca, do fliperama”. Ele conta que não havia dinheiro sobrando na juventude para gastar nas máquinas de pinball: “Eu ia lá olhar... Quando eu cresci e tive condição, resolvi ter minha máquina pra jogar sem parar, matar a vontade!”, conta.

E Fucci leva a brincadeira a sério, tanto que já tem três máquinas em casa. Ele é casado e tem duas filhas, uma de seis e outra de quatro anos, e garante que a família também participa do hobby: “Minha mulher acha que eu sou um pouco fanático às vezes, mas ela curte também”. O executivo se diverte tanto com tudo isso que até virou sócio do Pinball Clube de São Paulo (www.pinballclube.org). Lá ele pode passar a noite aproveitando tudo o que um galpão com mais de 80 máquinas de pinball pode oferecer.

E esse não é um hobby barato: cada máquina pode custar de dois mil até 25 mil reais. Fucci confessa que pagar tudo isso em uma máquina chega a ser um certo exagero, mas para ele, isso é uma paixão, é como uma obra de arte. Segundo ele, “vale quanto o seu gosto quer pagar”.

Se esses momentos de lazer fazem a diferença no trabalho? Fucci garante que sim. Só a concentração para fazer pesquisas e procurar soluções para as máquinas já faz com que ele se desligue totalmente do mundo. Fora isso, Fucci acaba conhecendo pessoas novas e até encarando aventuras bem diferentes: esse ano vai viajar para Chicago, nos Estados Unidos só para participar do Pinball Expo 2009, em outubro, um evento e tanto para os apaixonados pelo “esporte”. Com certeza, o pinball ganhou o coração de Carlos Fucci. Mais um motivo para ser feliz.


Tudo pela vontade de aprender

Anderson Cunha é o Diretor de TI da Leroy Merlin e é um homem de múltiplos hobbies. Já fez de tudo: participou de campeonatos de motovelocidade, pratica triathlon, é fotógrafo, gosta de fazer trilhas com jipe, joga golfe e ainda está aprendendo a tocar flauta transversal, e olha que, se fossemos contar todas as atividades, não ia caber na matéria, fora o trabalho na TI da Leroy Merlin, é claro!

E todo mundo pergunta ao Anderson por que ele encara tantas atividades tão diferentes. A explicação é simples e deveria ser seguida como exemplo: “Por trás da lista de coisas que eu faço existe na verdade um interesse em aprender. Essa é a força motriz que me faz procurar sempre por atividades novas”. Desde criança, Anderson tinha um perfil de descoberta e gosta de ir fundo em tudo o que faz: “procuro aprender uma coisa de cada vez e me aprofundar nas coisas que eu faço, nunca ficar na superficialidade”.

Para Anderson, os hobbies ajudam em todos os aspectos da vida: “Na TI, não dá pra correr riscos. Acho que fui buscar no esporte o risco e a competitividade”, explica Anderson. No trabalho, o executivo da Leroy Merlin acredita que tantos desafios na vida pessoal acabam dando mais segurança na hora de tomar decisões de forma mais equilibrada. Além de tudo isso, a prática de tantas coisas diferentes acaba ajudando a conhecer pessoas diferentes e a praticar networking.

E o melhor da história, Anderson pratica tudo isso em família: “Minha esposa me acompanha em tudo o que eu faço”. A filha de Anderson, que tem 15 anos, também acaba aproveitando as viagens e acompanhando as atividades dos pais.

O Diretor de TI procura levar uma vida integral: “Tem gente que separa trabalho de vida pessoal, eu já acho que uma coisa é continuação da outra”. É nessa medida que as aventuras e a vontade de aprender, sempre, tornam a vida muito mais agradável.

Faróis náuticos: Uma paixão diferente

Paulo Franco é o Diretor de Tecnologia da Liberty Seguros, e, na janela do escritório, duas miniaturas dão pistas sobre seu hobby: Paulo é apaixonado por colecionar pequenos faróis náuticos. E a primeira questão é inevitável: De onde vem a idéia de uma coleção tão diferente? Paulo explica que tudo começou há mais de 10 anos, quando comprou seu apartamento no Guarujá. A mulher dele gostava de construir miniaturas de navios e aproveitou para fazer uma decoração náutica no apartamento. Paulo, que adora coleções de pequenos objetos, não quis ficar pra trás: “Ganhei de presente um abajur em formato de farol e comecei a notar que nas lojas havia miniaturas de faróis. Foi aí que resolvi competir com minha mulher: ela colecionava os navios e eu, os faróis”.

Depois de começar a comprar, Paulo acabou se interessando pela história dos faróis e a coleção não parou mais: Além de colecionar as miniaturas e às vezes confeccionar os objetos em barro ou madeira, toda vez que viaja, Paulo procura fazer um tour pelo mundo dos faróis e conhecê-los de perto, aprendendo tudo sobre a história de cada um dos faróis náuticos que visita. Ele garante que já conheceu dezenas deles, principalmente nos Estados Unidos, onde as construções são preservadas e abertas para visitação turística.

Além de adorar os faróis e coisas ligadas ao mar, Paulo é um “colecionador de coleções”, sempre coisas pequenas e cheias de detalhes como moedas, selos, lápis e até caixas de fósforo. Paulo compartilha a paixão pelos objetos com a esposa e afirma que tudo isso ajuda muito a aliviar o estresse e esquecer os problemas do dia a dia: “A coisa mais gostosa é você sair do mundo, se desligar”. E até a atividade que parece solitária ajuda a desenvolver relacionamentos: “Todo mundo se lembra de mim, da minha coleção diferente e acaba trazendo faróis de presente”, conta Paulo.

A serenidade do executivo é uma prova de que ter um hobby e aproveitar o tempo livre para fazer alguma coisa de que realmente gosta fazem toda a diferença no jeito de lidar com a vida. Há mais de 30 anos na área, Paulo não se deixa levar pelo estresse característico da TI.

A lição que fica é que poder se encantar com algo novo e tirar as horas vagas para se dedicar a uma paixão são o caminho para o sucesso e para uma vida integralmente plena e feliz.

 
 



 
 
A solução fornecida pela StarLink e pela Sun Microsystems garante um ambiente estável e seguro, permitindo que a Yavox trabalhe com um tráfego de mensagens de até 1600 SMS por segundo.

A Yavox Latin America S/A há 09 anos no mercado, e que esse ano anunciou fusão com a Compera nTime, oferece soluções criativas para o mercado de transmissão de dados via telefonia celular e tecnologia wireless. No Brasil, é pioneira nos serviços de transmissão de dados através de celulares. Criar, enviar, receber e gerenciar mensagens SMS é o negócio da Yavox.

O tráfego de mensagens chega a 5 milhões por dia, e a expectativa é de que esse número dobre em poucos meses. O sistema de alertas e mensagens atende a dois mercados, o corporativo e o interativo. Do corporativo fazem parte os serviços a instituições financeiras, com serviços de alerta para cada transação financeira realizada pelo cliente. Já no mercado interativo, existe sistema de envio e recebimento de mensagens por clientes, com serviços como quiz, votações e promoções.

Para atender à demanda cada vez maior por serviços que envolvem a troca de mensagens SMS, a Yavox precisava de uma solução que oferecesse o mínimo de risco possível, estável e que fosse confiável e disponível. Por isso, a escolha foi para os servidores Sun, com sistema operacional Solaris: “Consideramos essa plataforma mais estável que as outras, exigindo menos correções”, afirma Francisco Tabarelli, Diretor de Engenharia da Yavox.

A opção pela Sun aconteceu graças à estabilidade que o ambiente Sun SPARC com Solaris oferece ao banco de dados MySQL: “É um servidor mais estável. Ele não para. O uptime é muito superior ao dos concorrentes. Nós conhecemos a capacidade Sun e por isso partimos para essa linha.”, detalha Tabarelli.
O tipo de serviço que a Yavox oferece serve para dar uma idéia da criticidade do ambiente. A empresa é quem faz a integração de mensagens de texto das votações do Big Brother Brasil, da TV Globo. Durante o programa, o tráfego de mensagens chega a 1600 em apenas 1 segundo. É em momentos como esse que o sistema não pode falhar. A Yavox recebe as mensagens dos votos, faz a contabilidade e repassa os dados para a TV Globo.

No caso dos serviços financeiros, a alta disponibilidade do ambiente se torna ainda mais importante: “Em alguns casos, se o cliente não recebe uma mensagem com um token eletrônico, por exemplo, ele deixa de fazer uma transação importante.”, explica Tabarelli. A Yavox também faz a entrega de alertas informando sobre compras e débitos de cartões de crédito e bancos.

Segundo a equipe de TI da Yavox, a disponibilidade do ambiente é próxima de 100% ao mês. De acordo com os contratos, a Yavox precisa oferecer uma disponibilidade de 99,97% e garantir a entrega das mensagens em até 2 minutos: “Nós ficamos em um índice muito melhor do que isso, demorando cerca de 11 segundos para entregar uma mensagem”, afirma Tabarelli.

A portabilidade na telefonia tornou a operação de entrega de mensagens um pouco mais complexa. Segundo Tabarelli, o sistema precisa executar um passo a mais e consultar a operadora em todas as chamadas que realiza, por uma exigência da Anatel. Se antes o tempo de entrega de mensagens chegava a ficar em 9 segundos, agora fica na marca dos 11 segundos.

Com o crescimento da telefonia e a oferta de novos serviços, envio e recebimento de mensagens de fora do país, a expectativa da Yavox é dobrar o tráfego de mensagens em menos de um mês.

Todo o crescimento da Yavox foi acompanhado pela StarLink desde o início: “Desde o começo da empresa a StarLink é nossa fornecedora.”, diz Tabarelli. “Até hoje não tivemos motivos para mudar de fornecedor. Nesse caso, o que conta é o atendimento. Sambemos que se precisamos de alguma coisa, podemos contar com a StarLink.”



Pesquisa da Applied Research para a Symantec mostra que um downtime não programado em caso de desastres ou falhas pode trazer prejuízos de US$ 297 mil dólares.

Quanto custa ficar com seus sistemas parados em caso de desastres? De acordo com a pesquisa sobre Disaster Recovery de 2009 realizada pela Applied Research para a Symantec, custa muito caro, além de impactar diretamente na fidelidade dos clientes e na produtividade dos funcionários.

Segundo estimativa da pesquisa, realizada com 1.650 executivos de TI de empresas de todos os segmentos, em cada uma das regiões do mundo, em caso de downtimes não programados, se leva, em média, de 3 a 4,25 horas para o restabelecimento das operações em caso de desastre.

Isso é muito tempo, se consideramos que, em países como Brasil e México, cada hora de inatividade pode custar US$ 5.075, de acordo com a pesquisa. Os desastres costumam acontecer em 58% dos casos por falta de energia elétrica, falha de hardware ou software em 56% das ocasiões, 54% devido a ameaças externas – vírus ou hackers, 46% por erros de usuários ou operadores, 44% por perda e vazamento de dados, 42% devido ao gerenciamento dos problemas da TI ou má conduta de funcionários e 38% por mudanças em configurações.

É por tudo isso que ter um plano de recuperação de desastres eficiente se torna fundamental na realidade das grandes organizações. Imagine ter uma base de dados de 300 GB e precisar recuperar todo o banco de dados? Contando apenas com uma solução de fitas de backup, a uma taxa de recuperação de 60 GB por hora, seriam necessárias 5 horas, mais replay de logs para levantar o banco novamente.

Contando com uma arquitetura de storage com a tecnologia adequada, é possível recuperar o mesmo banco, com uma base de dados de 300 GB em apenas 3 minutos mais o tempo de replay de logs, recuperando o volume no mesmo estado em que o backup foi criado. Tudo isso graças a solução de storage NetApp, que é capaz de criar SnapShots™ das informações gravadas sem ocupar espaço em disco e fazer a recuperação rápida dos dados através da tecnologia SnapRestore™.

Também é possível investir em uma solução de recuperação de desastres simples e de baixo custo, através da tecnologia de replicação de dados. É o caso do software Double-Take, que funciona em hardware heterogêneo, sendo capaz de proteger múltiplos servidores com um único servidor de backup. O Double-Take é capaz de fazer a replicação de dados para qualquer lugar do planeta, em tempo real, através de agendamento ou sob demanda. A solução significa aumento da produtividade, com uma redução drástica da perda de dados.

Qualquer uma dessas soluções é capaz de vencer um desafio importante da TI: implementar a recuperação de desastres em ambientes virtualizados. De acordo com a pesquisa da Applied Research, 16% das empresas do Brasil e do México ainda não investiram em um plano de recuperação de desastres para seus ambientes virtualizados, que deveriam ser tratados com a mesma importância dos servidores físicos, uma vez que o impacto do downtime nunca foi tão grande no dia a dia das empresas.

Falar em soluções de alta disponibilidade atualmente é mais do que uma necessidade. Fazer mais com menos é um dos maiores desafios dos executivos de TI, e a pressão cada vez maior por causa dos altos custos dos downtimes não programados em casos de falhas é um incentivo na busca por um plano de recuperação de desastres eficiente e que recupere dados com rapidez e segurança. Hoje, contar com alta disponibilidade no ambiente de TI se tornou um diferencial competitivo importante para as empresas, uma vez que é grande o impacto da inatividade nos clientes. Soluções como essas, que podem transformar para melhor a realidade das empresas, são a maior prova de que os investimentos em soluções de TI realmente eficazes são sinônimos de economia.

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